quinta-feira, 24 de março de 2011

TENSÃO

O assunto de hoje é algo que afeta, perturba e irrita todas as mulheres e todos os homens que convivem com mulheres. Isso mesmo...TPM! Não tem jeito, essas três letrinhas um dia vão aparecer na sua vida, seja na forma de um litro de lágrimas, ou num grito que você der sem motivo, ou no soco que você der sem querer em alguém, ou nas espinhas e nos kg's que você ganhará por comer muito chocolate. Acontece, amiga, e você já deve estar até se acostumando...ou não.
Bom, primeiramente, existem vários tipos de TPM. Os riscos que você corre vão além de virar saco de pancada. Você também pode virar um amigo-lenço...tem mulher que na TPM chora até com folha que cai no outono. É uma sensibilidade, uma tristeza, uma depressão, assim, de repente mesmo.
Mas, ok, você é homem, convive com mulheres, e não aguenta mais levar desaforo, tapas, nem enxugar lágrimas? Eu vou tentar te dar algumas dicas então.

-JAMAIS pergunte se ela tá de TPM ou estressada, ou coisa do tipo
-Não faça piadinhas ou fique implicando com ela, e não provoque também.
-Tenha sempre um chocolate no bolso pra oferecer nessas horas. A dica!
-Não discorde dela, nunca. Uma mulher de TPM sempre tem razão.
-Dê atenção e carinho, pode funcionar...
-Se ela recusar o carinho e a atenção...Corre!

Bom, não espere um milagre, seguindo isso aqui as coisas vão ficar só mais fáceis de suportar. Mas calma, amigo, é só por alguns dias, então respira fundo, use toda a paciência e compreensão que Deus te deu e tente entender e ser legal. Vocês também são chatos quase sempre, e a gente suporta ok? TPM, infelizmente, é uma coisa que existe mesmo, e não tem muito o que fazer pra mudar isso, então o jeito é esperar passar...

Agora, você mulher que tá aí esperando as dicas pra 'sobreviver' e se ver livre desse monstro chamado TPM...Olha, se eu soubesse eu juro que vendia contava, mas acho que o segredo é tentar manter a calma. Se der vontade de gritar e chutar o balde (ou a cara de alguém)...come um chocolate! Se der vontade de chorar quando o professor disser seu nome na hora da chamada, chora amiga, faz mal não, e torce pra sua semana passar rápido, porque nem você, nem ninguém, merece essa pessoa que te possui nesse período né? Oremos.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Parentes2s2

Família é tudo que temos. É com membros dela que você passa a maioria dos momentos importantes e da vida em si mesmo. Claro que, quando me refiro a família, estou dizendo apenas os que te criaram e vivem com você, ou seja, pais e irmãos. O resto são tudo cuzão os parentes.

Não querendo generalizar, mas a maioria de nós sempre tem parentes que só servem mesmo para atazanar nossas pobres vidas. Vejamos alguns exemplos desses seres insanos:

tititia: meia-idade, solteira, comparece a todas as reuniões de parentes. Só sabe sentar, comer e fofocar. Às vezes pode levantar a bunda gorda (sim, a maioria delas estão acima do peso) para acompanhar outra parente (outra tititia provavelmente) para destilar mais dizeres no banheiro. Costuma nos fazer visitas indesejáveis.

prima piriguete: aquela que desde criança ja mostrava seu umbigo estufado num top rosa com um girassol feliz. Normalmente é a primeira a perder virgindade entre os primos (sim, inclusive homens) mesmo que esteja entre os mais novos. Sempre usou perfume fedido e um cabelo comprido. A cada reunião de parentes está com um namorado diferente e uma história nova de aventura de amor para contar.

primo playboy: é aquele primo que toma bomba desde os 16, mesma idade que começou a dirigir o carrão do pai e pegar mulherzinha em matinê. A maioria deles tem uma tatuagem tribal, se não for tribal, é uma frase religiosa (sim, sua vida é fútil mas é de Deus). Fez ou ainda está fazendo uma faculdade particular. Já comeu várias vezes a prima piriguete. Falta muitas reuniões de parentes por uma balada com mulheres e sexo.

tio bêbado: é aquele que destrói toda a decoração do local com sua desenvoltura etílica. Interrompe conversas, xinga tudo e todos baforando. Costuma ter uma barriga bem proeminente que afrouxa os botões da camisa. É o primeiro a ir embora caso a bebida acabe.

gagá: representando aqueles que não batem bem da cabeça seja pela idade ou por uma patologia. São os que não falam coisas com sentido, batem em você e quebram coisas (em você, se não tomar cuidado). Estão ali pois precisam de uma interação social, mas na verdade todos sabem que só veio quebrar coisas e rir de você.

sogra: a que reclama da decoração do lugar e fica procurando defeitos em tudo para falar mal até ir embora.

o orgulho da família: aquele primo(a)/tio(a) que os parentes pagam pau porque é inteligente e ganha um dinheirão. Costumam ser médicos, engenheiros ou profissões que precisem de fazer direito. Todos forçam você a ser um exemplo como ele e desistir do seu curso idiota, pois o dele dá muito mais dinheiro, não ta vendo?

os vim pra comer: são aqueles que passam a comemoração toda comendo, roubam o brigadeiro antes do parabéns e vão embora roubando uns 4 copos recheados de quitutes e um pedação da torta.

socialite: é aquela que faz a maioria das reuniões, pois adora uma comemoração que torre dinheiro do seu marido rico (normalmente são os pais do primo playboy).

o cachorro da tia: quase sempre raça pinscher, só sabem fazer barulho e atazanar todos.

os pobres: os vim pra comer + serem amigos dos funcionários da festa ou da empregada da tia.

prima/tia animada: é aquela que ta sempre com uma câmera na mão registrando tudo pra botar no orkut com uma legenda tosca. É quem estréia a pista de dança junto com a prima piriguete e fica chamando todo mundo pra ir. Também é conhecida como prima/tia alcoólatra, pois vai bebendo e fica insuportável como o tio bêbado depois de um tempo.

cunhado(a) puxassaco: aquela pessoa que elogia tudo e todos, se der ajuda com tudo e sempre se mete onde não é chamado, enfim, um entroser.

a prima estranha: a que nunca fez a sombrancelha, é anti-social e olha com cara de cu para todos.

É , aí são só alguns exemplos, pois é muito estorvo tipo de parente que a gente quer longe, né? compartilhe aí os que você tem e detesta :)










segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O -não- Aprendiz

Querido amigo universitário, você passou no vestibular, é campeão, e acha que o pior já foi. Chegou na faculdade, esqueceu o que é caderno, anotação, aula e o dinheiro das xerox vai todo pra sua cachaça diária. Você agora é um malandrão, vivendo de baladinhas, que vai pra faculdade se quiser, sai da sala de aula a hora que quiser, transa no bosque quando alguem te quiser, enfim, agora a vida é sua, quem cuida é você e quem paga essa putaria vida boêmia são seus amados pais.

Mas toda festa tem seu fim. Seu pai cansou de sustentar vagabundo, a palhaçada acabou. E assim você se vê sem dinheiro pra pinga aproveitar a vida e ser um jovem feliz. É a temida hora de arrumar um emprego. É a hora da maldita entrevista de emprego.

Você viu a oportunidade, mandou seu currículo tosco e os idiotas caras da empresa ligaram marcando sua entrevista. Chegando lá você encontra vários coleguinhas de curso e percebe que já se ferrou: eles são bem melhores que você e sua vaga já era. Mas ok, você já está lá e a hora chegou. Levanta, baixa o espirito do Roberto Justus e senta lá, Claudia. Você agora é uma pessoa sorridente, simpática, extrovertida, esforçada e trabalhadeira. E aham que o entrevistador tá acreditando. Ele pergunta sobre você, seu passado, suas conquistas, interesses, como se você tivesse muito o que contar além daquele desenho bonito que você fez e sua mãe grudou na porta da geladeira há uns 7 anos atrás. Na tentativa de parecer digno, surge um discurso, é hora de falar e fingir que não está vendo a cara de bosta/desdém do entrevistador para com sua pessoa, é quando você começa a achar que pode ter alguma chance, é quando o entrevistador fala pra você que ele vai olhar os currículos, estudar possibilidades e que um dia ele pode entrar em contato ou não, que é só ver se algum coleguinha conseguiu. Ou seje, não foi dessa vez, loser.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Raul e o Ônibus

Ser usuária de ônibus é algo que, por mais humilhante sofrido que seja, rende boas histórias. Pois bem. Estava eu, toda trabalhada no “gramu” indo pra casa da minha amiga ecompanheira de blog Vanessa para fazer uma surpresa para ela, pois era o ungido dia do seu aniversário. Acontece que eu já estava comemorando na noite anterior e na manhã seguinte acordei morrendo de ressaca. Entrei no ônibus já lotado e fui em pé boa parte do caminho. Quem pega a linha 026 (T. Bandeiras – Flamboyant) sabe que quando chega no Goiânia Shopping, TODOS PÉ-DE-TODDY DESCE muita gente desce e, então, avistei um assento vazio. Meu coração bateu mais forte, assim como o de todo leitor(a) pobre quando se vê nessa situação. Não pude conter um sorriso que saiu naturalmente. Sentei-me do lado de uma pessoa que tinha uma subaqueira braba não havia feito uso de desodorantes naquela manhã. Além disso, um agradável (-n) cheiro de peido gases sulfúricos (-q) tomou conta do ambiente e, Deus me perdoe se eu estiver errada, mas tenho quase certeza que foi a moça da subaqueira hein. Agora pensa, será que eu quis vomitar?
            Fui forte e não vomitei. Porém, essa situação me levou a refletir: o que fazer quando dá a vontade de chamar o Raul dentro do ônibus? Abrir a janela e mandar tudo na galera da calçada é uma alternativa não muito caridosa com o próximo, muito menos vomitar nos outros pobres passageiros. Então, amigos(as), vou dar algumas sugestões espertas pra vocês, caso essa vontade louca, muito louca, incontrolável, tome conta de todo seu ser:
- Procure por algum conhecido no ônibus. Se você estiver indo para o colégio/faculdade/trabalho, provavelmente vai ter sim alguém que você conhece ali. Explique a situação e fale que vocês podem fingir um flash mob. Isso mesmo, um flash mob de vômito! Não vai ser difícil, pois é normal sentirmos vontade de vomitar ao vermos alguém vomitando. Aproveite e ligue a câmera do seu celular e coloca no youtube que vai ser sucesso, já que provavelmente todo mundo do ônibus vai “esgorfar” depois que você e seu amigo começarem. E flash mob é considerado arte e tá na moda hein.
- Se você estiver sentado, ótimo. Se estiver em pé, finja que está sentindo uma dor horrorosa na perna e sente-se em algum banco. Sentou? Ok. Agora procura por alguém com bolsa/mochila que esteja em pé e ofereça-se para carrega-la no seu colo. Pegou? Agora vomita lá dentro e fecha (: Embora também não seja também uma alternativa muito solidária, você evitará de o ônibus inteiro vomitar. E ah, vômito na bolsa dos outros é refresco.
- Comece a fazer uma performance de teatro contemporâneo. Diga esses versos:
“Nascemos com a falsa ilusão da felicidade
Olhamos ao redor e tudo é novidade!
Ao crescer, aprendemos a não mentir,
não chorar e a não omitir
Mas eu digo a vocês que tudo passa
Que um dia, tudo fica massa
E depois a gente sofre por amar
Eu passo mal só de lembrar
E como não tem outro jeito de demonstrar,
Com licença, vou vomitar!”
E aí é a parte que você vomita, aperta o botão pra descer e sai aplaudido do ônibus!
Garanto pra vocês que são três alternativas interessantes de se sair bem desse problema que é o mal estar dentro do ônibus. Façam o teste e me contem depois como foi. E se estiver de ressaca, vá a pé (a dica).

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Apenas mais uma redação sobre as férias.

Aaah, férias. O tempo que você espera o ano todo acontecer. Porque, quando acontece... você não faz nada. É o tempo de dormir as 5 da madrugada (ou nem dormir, qtal?) e acordar as 5 da tarde, pra finalmente abrir a geladeira e se empanturrar com qualquer porcaria que vier pela frente. E são nas férias também onde as pessoas se tornam mais cultas. Lêem bastante livros e vêem bastante filmes e seriados. Eu, por exemplo, já to quase misturando os personagens de vários seriados. E ainda acredito que a Sookie e o Dean vão ficar juntos e que a Carrie será assassinada brutalmente pelo Dexter –q.

Mas é nessa época mesmo que você encontra o valor dos seus amigos. Alguns somem (porque é tempo de hibernação, vamos respeitar, galere), outros saem loucamente todos os dias e você vai junto ser o apêndice que não pega ninguém. Descobre que a distância de alguns te faz uma puta falta e você viaja quilômetros para matá-la, já que você é rycah e que de outros tá bom demais, podia ser assim pra sempre. Tem tempo pra refletir sobre um mol fatorial de coisas. Acho que esse time break da amizade é bom mesmo pra restabelecer a ordem das coisas. Nada mais justo. Até porque a mesma coisa sempre cansa (inclusive o fazer nada).

O mais engraçado de tudo é que nunca estamos satisfeitos. Em tempos de aulas, queremos férias mais que tudo. Em tempos de férias, torcemos pras aulas começarem logo (pra poder ver os amiguinhos, zoar da cara dos professores, fugir das aulas pra beber na pamonharia e ou correr pelado pelo campus e mentir pra babãe que tava fazendo trabalho na casa de um colega). A reclamação faz parte dessa longa estrada estudantil. Não se preocupe. Isso é mais que normal. Até porque fazer coisa demais ou fazer bosta nenhuma realmente não agrada.

Poisé, cansei de escrever também. Como tudo nessas férias, isso também já perdeu a graça. Vou ali voltar pros meus seriados, filmes, livros e desenhos animados, ou senão dar aquela passeada que a gente mereçe, não? Saiam dos seus quartos, porque as férias estão acabando e ainda tem um monte de coisa linda pra se fazer nessa cidade maravilhosa e muitas pessoas lindas para se conhecerem (not). Mas enfim. You know you love me. Xo, xo. Gossip Girl.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Estado civil: Feliz!

O post hoje vai pra você, amigo solteiro, que sempre coloca um sorriso no rosto pra falar que sua vida livre é muito melhor. E pra você, amigo que está namorando, que sempre fica com brilho nos olhos ao dizer que está bem melhor agora.
Se você está namorando, você provavelmente deve estar se sentindo a pessoa mais sortuda desse mundo, por ter encontrado sua alma gêmea, bate coração, a metade da laranja... Provavelmente você tem momentos lindos, típicas cenas de filme de comédia romântica, provavelmente você achou alguém com quem compartilhar todos os seus medos, incertezas, felicidades, apelidos ridículos, sorrisos, blablabla. E sem contar, que você, danadinho(a), tem alguém ali pra beijar toda hora que você quiser, sem precisar daquela enrolação e daquela insegurança de 'aiai, será que ele(a) me quer?'. De quebra você ganha presentes em algumas datas. E se for mulher, e tiver um namorado que 'preste', você nem paga a conta!! Quer coisa melhor?! QUERO
Mas aí vem a vida de solteiro, que não é inferior de jeito nenhum. Tudo bem que ter alguém é bom...mas é caro. Isso mesmo, é caro. Você gasta muito com créditos, pra poder ligar todas as vezes que for pensar em sair e com presente em todas as datas possíveis de se presentear. E você ainda precisa conciliar amigos e namorado(a) -o que não é fácil- se quiser ter uma vida social.
Quando você está solteiro, você tem uma liberdade maior. Parece egoísmo, mas você passa a viver mais pra você, você tem mais tempo pra você, pra fazer o que quiser, a hora que bem entender. Não precisa ficar se preocupando com sua testa, nem precisa perder tempo com discussões chatas. Tudo bem, as vezes bate aquela carência e aquele pensamento de 'vou morrer sozinho, ninguém me ama, ninguém me quer', mas isso não é verdade e você sabe disso! Aproveita o agora! Sem contar que é uma delícia conhecer gente nova e todo aquele processo de conquista, de olhares, de frio na barriga, de joguinhos, de pedir o telefone da sua vítima, de chamar pra sair... de levar um pé na bunda, ounão

Eu poderia ficar aqui falando de todas as vantagens e desvantagens de ser solteiro e de namorar. Mas acho que não é esse o ponto. A questão é saber aproveitar e tirar o bom da sua situação, seja ela qual for. Se você estiver namorando, boa sorte pra você e pro seu 'xuxuzinho lindo s2s2'. Se você estiver solteiro, aproveita essa vida LINDA e maravilhosa, com seus amigos -porque esses sim merecem todo seu amor- e vai ser feliz! (E se for solteiro, hétero e bonito, me procura, brinks)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Novo balidor \o/

Acorda menino, acorda menina. Sou o Pedro Henrique, o mais novo e maravilhoso balidor desse blog incrível. Quer saber um pouco sobre mim? Não? Que bom. Nasci em Roma, na Holanda (na verdade é no Goiás mesmo), e fui criado por serviçais norueguesas (se minha mãe for norueguesa e apanhar for educativo). Estudei em colégios de primeira qualidade (pelo menos ficam entre os 10 melhores naquele sistema maravilhoso de avaliação educacional), e depois entrei na faculdade, fazendo o curso dos meus sonhos: publicidade e propaganda (tenha pena de mim, esse era o meu sonho de verdade). Bem, é isso. Minha vida é bem agitada assim mesmo.

Mas vamos ao que interessa (e não tô falando de montar quebra-cabeças, apesar da minha inerente vontade): a redação que a tia (Eliana) pediu sobre as minhas férias. =D

Férias normais, pacatas, como de costume para um garoto pudico e de respeito como eu. (A) Mas... as férias comportam o bacana reveillon (6). E o que se esperar de um garoto recém-dimaior? Axé e pinga no meio da praça de uma cidade do interior, claro. E foi exatamente assim a minha virada.

Algumas doses de pinga, algumas batidas, alguns goles de champagne, e pronto. A miséria tá feita. Dancei como nunca, debaixo da chuva renovadora, aprendi coreografias novas pro carnaval, dancei arrocha, sentei na calçada, mijei num pé-di-árvore (mas não encontrei a vanessão), gonguei o possível ficante de uma amiga (ainda bem que ela não queria ficar com ele, de qualquer forma), quase subi na pick-up de um qualquer, não fiquei com ninguém, não consegui esperar a comida ficar pronta por causa do sono e tive que dormir só de cueca por causa da roupa molhada pela chuva. Como pode meu reveillon não ter sido divertido? Eu amei.

Mas depois da experiência de pré-carnaval, da experiência totalmente nova e de ter malhado as pernas e posto o quadril pra mexer dançando as coreografias super elaboradas de axé, eu só consigo fazer a mesma pergunta que a @katylene: Where’s Dalilah?