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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mas não se esqueça do filtro solar

Finalmente chegou o momento que você tanto esperou. Você não aguentava mais tanta prova e trabalho. Já havia montado planos infalíveis pra matar seu chefe sem deixar suspeitas, já estava até pensando em simular seu próprio sequestro só pra fugir dessa rotina. Mas não foi preciso (eu acho). As Férias chegaram e TODAS comemora muito.
O problema é que pra muita gente as férias chegam acompanhadas de uma agenda vazia implorando pra ser preenchida com compromissos. Ou então vem acompanhada com uma lista (do tamanho da lista de pessoas que a Gretchen e o Fábio Jr. já casaram) repleta de coisas importantíssimas e inadiáveis pra fazer, e você vai ter que se multiplicar se quiser fazer tudo. Dr. Albieri, cade vc, meu feelho?
Se seu caso for o primeiro, é bastante simples. Você só vai precisar de amigos e talvez um pouco de dinheiro pra gastar em festas, bons drink, cinemas, teatros, jogos, churrascos, etc etc... Mas se você não tem nem uma coisa, nem outra se mata não precisa se desesperar, sempre vai existir outros meios. Sabe aqueles amigos de infância que você nunca mais viu? Hora de um reencontro...Ou aquela pessoa que corria atrás de você mais que Queniano e você não quis na época (vice-versa)...Ou então os Chatlines que tão aí pra isso.Mas se seu problema for dinheiro, aliás, a falta dele, tem várias maneiras de conseguir dinheiro fácil nessa vida, né? (Se tiver mais dicas de como conseguir dinheiro, mande um email para nós!) Qualquer coisa, use aquela criatividade que todo bom pobre tem e procure por programas que não gastem muito.
O importante é tentar fazer toda a espera pelas férias valerem a pena. Não espere a última semana de folga chegar pra resolver fazer tudo que queria. Por experiência própria isso não vai dar certo e você vai ficar sem resposta quando perguntarem como foram suas férias, ou quando você ouvir todo mundo falando das mil coisas que fizeram. Nesse verão eu, você e todos nós queremos fazer coisas diferentes. Então termina de ler isso aqui, comenta e tira esse traseiro lindo da cadeira/sofá/cama/vaso e vai fazer alguma coisa. Esqueça faculdade, emprego, notas, professores...e concentre-se em sair dessa mesmice. Nós aqui do Oh!Velha Negra desejamos boas Férias regadas com muitos bons drink pra todos vocês, bons leitores. E não se esqueçam de nos chamar, obrigada.

sábado, 11 de junho de 2011

Carne e unha, alma gêmea, bate coração.

(Atenção. O texto postado a seguir contém opinião sem fundamento e detalhes pessoais da vida do autor. Fofoqueiros de plantão, join in).

Chegou a data do ano que todos nós, forevers alones in the world, odiamos mais que tudo na vida. Estou falando dele. O mais fatídico dia pra quem sofre de baixo autoestima e ainda se cura de amores que não daram certo. O dia dos namorados. A data onde o amor é festejado com presentes super caros, selvagens noites de sexo, declarações vazias (leia-se ‘eu te amo’), enfeites bregas, jantar a luz de velas, enfim, todo um melodrama digno de novelas. Mas aí está a minha pergunta: cadê amor que não vem?

Odeio essa data por motivos maiores que o fato de não ter namorado. Odeio porque, a 2 anos atrás, terminei um relacionamento a exatos 4 dias para os dia dos namorados. Já pensou o que é gastar um dinheirão pra, próximo da data, ter sido tudo em vão?

Pois bem, vamos cortar os dramas. Farão 19 anos em que passo essa data sozinho. Sozinho não. Na companhia do meu dinheiro. E de filmes de comédia românticas. E uma lata de Häagen Dazs (você é solteira mais é rycah. Mostre isso ao mundo e sambe na cara da sociedade, beijos). E uma caixa de lenço. E uma aplicação natural de botox (porque né, você chora até desidratar e espera que a cara não incha? Meio difícil). Porque esse é o clichê de todos os solteiros dia 12. Então oferecerei pra vocês, amigos blasés que não tem planos para o dia dos namorados, o rápido e prático roteiro “COMO PASSAR O DIA DOS NAMORADOS COM E SEM NAMORADO. VEM GENTE, VEM TODO MUNDO (só porque hoje eu tô pra dar conhecimento, tô pra distribuir).

Então, antes de mais nada, precisamos nos assumir para nós mesmos. Olhar para dentro e pensar “sou encalhado(a) ou não?” . Sei que é algo difícil, mas se a última coisa que te pegou na vida foi gripe, sinto muito, você é encalhado. E não adianta falar que está de relacionamento sério com os bons drink (até porque isso tá super last week, vamos atualizar, minha gente), ou resolveu ser solteiro por opção dos outros. Isso não muda o fato de você estar sozinho.

Mas se você tem peguete, pinto amigo, panchula amiga, namorado(a), pois bem, você não está encalhado. Aproveite e esfregue isso na cara dos amigos que não tem, pra se sentir superior pelo menos em uma data especial. Faça o troll bicha má. Só não espere que eles sejam receptivos a essa brincadeira. Pessoas com muito TAFT normalmente ficam com o humor a flor da pele, adika.

Depois dessa fase difícil, vamos começar nosso tutorial. Se você é sozinho, antes de mais nada faça uma lista de músicas tristes, que você nomeará de “Minha vida”, sobre amores que não dão certo, ou pessoas que escolheram viver sozinhas ou foram abandonadas mesmo. O lema do seu dia é “All By Myself” da Celine Dion. Porque essa será sua trilha sonora do dia dos namorados sem namorado.

Segundo, compre um sorvete. O sorvete mais gostoso da vida. O sorvete mais gorduroso da vida. Largue sua dieta em Cristo, ninguém te quer mesmo, então não adianta cuidar mais do seu corpo. Pelo menos as gorduras querem ficar perto de você (mais especificamente na sua bunda e barriga).

Terceiro, prepare o ambiente em que você passará o dia. Encha-o de travesseiros, pra ter o que abraçar. Serve também aqueles braços de pelúcia. Sim, eles parecem um abraço de verdade. Ficar perto de várias coisas fofas fará você se sentir amado.

Quarto, alugue todos os filmes de drama inimagináveis. De preferência aqueles em que o personagem morre e larga a pessoa amada forever alone (sim, já que você precisa se identificar). Chorar é permitido. Na verdade, é MUITO permitido. E resmungar também. Reclamar da vida. Ligar pros amigos também forever alone e fazer uma retrospectiva e todos os seus relacionamentos que não deram certo, compartilhando de todo o seu sofrimento. Não podemos esquecer as frases clássicas, né? ‘Ninguém me ama’; ‘vou morrer sozinho mesmo’; ‘até aquela vizinha feia tá fudendo e eu não’. Depois de todo esse drama, não resta mais nada a fazer a não ser dormir. Então durma, feito uma pedra, já que chorar cansa. Lembre-se que até mesmo as pessoas que tem namorados vão dormir (após as diversas sessões de sexo), então você será como eles, seres superiores.

Vamos para a parte dois do tutorial. Isso é apenas para os que tem peguete, mas não está propriamente em um relacionamento. Primeiramente, converse com o seu parceiro, e decidam como passar o dia dos namorados. É permitido marcar foda rápida, sair juntos pra parecer casal. Só não troquem presentes, senão isso vira namoro. Dica importante pra quem é biscate.

E a parte final do tutorial é praqueles que possuem sua metade da laranja. Aqueles que vão gastar rios de dinheiro e comemorar o dia dos namorados como se deve ser. Pois bem, aqui vai minha dica: dica. Até mesmo porque, lá no fundo, tenho inveja de vocês, beijos. Fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo.

Pois bem, minha gente. Vou encerrar por aqui, já que tenho muitas coisas pra fazer ainda. Preciso alugar os filmes e comprar meu Häagen Dazs porque não sou obrigado. Mas não se martirize só porque você está sozinho. A nossa vez ainda está por vir, basta mentalizar, como está escrito em todos os livros de autoajuda (acho tudo uma grande besteira, mas vamos abrir uma exceção). Sem contar que laranjas apodrecem (aquele que é mal amado e fica fazendo inferninho = eu). Pra que passar o dia dos namorados com um namorado? Você não passa o dia do índio com um índio, nem o dia da árvore com uma árvore. E o dia de São Jorge você não passa com um dragão... Mas pra você que finalmente se deu bem nesse jogo maldito, desejo a você um feliz dia dos namorados. Esses são meus votos sinceros.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Novo balidor \o/

Acorda menino, acorda menina. Sou o Pedro Henrique, o mais novo e maravilhoso balidor desse blog incrível. Quer saber um pouco sobre mim? Não? Que bom. Nasci em Roma, na Holanda (na verdade é no Goiás mesmo), e fui criado por serviçais norueguesas (se minha mãe for norueguesa e apanhar for educativo). Estudei em colégios de primeira qualidade (pelo menos ficam entre os 10 melhores naquele sistema maravilhoso de avaliação educacional), e depois entrei na faculdade, fazendo o curso dos meus sonhos: publicidade e propaganda (tenha pena de mim, esse era o meu sonho de verdade). Bem, é isso. Minha vida é bem agitada assim mesmo.

Mas vamos ao que interessa (e não tô falando de montar quebra-cabeças, apesar da minha inerente vontade): a redação que a tia (Eliana) pediu sobre as minhas férias. =D

Férias normais, pacatas, como de costume para um garoto pudico e de respeito como eu. (A) Mas... as férias comportam o bacana reveillon (6). E o que se esperar de um garoto recém-dimaior? Axé e pinga no meio da praça de uma cidade do interior, claro. E foi exatamente assim a minha virada.

Algumas doses de pinga, algumas batidas, alguns goles de champagne, e pronto. A miséria tá feita. Dancei como nunca, debaixo da chuva renovadora, aprendi coreografias novas pro carnaval, dancei arrocha, sentei na calçada, mijei num pé-di-árvore (mas não encontrei a vanessão), gonguei o possível ficante de uma amiga (ainda bem que ela não queria ficar com ele, de qualquer forma), quase subi na pick-up de um qualquer, não fiquei com ninguém, não consegui esperar a comida ficar pronta por causa do sono e tive que dormir só de cueca por causa da roupa molhada pela chuva. Como pode meu reveillon não ter sido divertido? Eu amei.

Mas depois da experiência de pré-carnaval, da experiência totalmente nova e de ter malhado as pernas e posto o quadril pra mexer dançando as coreografias super elaboradas de axé, eu só consigo fazer a mesma pergunta que a @katylene: Where’s Dalilah?